Memorial do Couro | Osvaldo Nunes de Barros

 

O tempo se encarregou das mudanças

Transformando a cadeia em memorial

Registrando a nossa história sertaneja

Em mais um notável espaço cultural.


Suas celas ainda preservam as grades

Nas paredes do seu interior os contos

Um legado do couro com o vaqueiro

Retratando a todos nós um encanto.


É assim que o memorial se reveste

Da caatinga, o homem e sua paixão

Que contadas nestes poucos versos

A divulgar a cultura da nossa região.


Ao ver nosso artista Zé do Mestre

Dando vida ao couro no artesanato

Um chapéu, o chicote, ou um gibão

Pra uma pega de boi dentro do mato.


E pra você que estar nos visitando

Acolhê-lo será sempre um prazer

E destes belos ambientes temáticos

Em difundir nossa cultura para você.

Osvaldo Nunes de Barros/Policial, amigo e salgueirense.
Dedicado aos visitantes deste espaço cultural do couro.

Publicada em 28 de Agosto de 2010

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Osvaldo Nunes de Barros, natural de Salgueiro-PE; formado no curso de Letras pela FACHUSC, estudei nas escolas: Manoel Leite e Prfº. Urbano Gomes, o 2º grau no Colégio Estadual de Olinda, e em Petrolina, nas escolas: EMAAF e Escola Técnica Polivalente, onde cursei e me profissionalizei como Técnico em Desenho Arquitetônico. Como religioso na formação católica de Ministro da Palavra de Deus, com minha esposa Cila Nunes, atuando como casal missionário na Pastoral da Família, tendo servido nos trabalhos missionários nas Paróquias da Santa Cruz e Santo Antonio. Em 1983 ingressei no serviço Público Estadual na PM/PE, e no ano de 1985 tomei posse na Polícia Civil, hoje Comissário lotado na 23ª DESEC/ 198ª DP - Verdejante. Pela SDS/PE; participei de vários cursos, entre eles: Qualidade no Atendimento, DH x Violência Contra a Mulher pela Fundação Joaquim Nabuco no Recife; e  ainda o curso de ADS,  para atualmente a disposição da Secretaria de Defesa Social, junto ao Nuprev/sertão, como  Policial ter orgulho em servir a comunidade numa missão de Cultura de Paz. Sou realizado como pessoa pela minha família em nome das minhas netas: Gabriela, Giovana e Graziele; e ainda pelas minhas amizades. “Sempre gostei de escrever, na construção de um mundo de PAZ”.