O amigo e um violão | Osvaldo Nunes de Barros

 

Naquele bar, que situado em nossa rua
Ali ficávamos todos grudados ao balcão
Com sede nós tomávamos uma e outras
Enquanto ouvíamos a sua voz e o violão.

E assim você experimentou desta ilusão
Um dia alguém teve que deixar de beber
Por certo o deixando naquele bar sozinho
Quando agora quem nos deixou foi você.

E hoje, a gente não mais nos encontramos
E somente lembramos as nossas amizades
Que em cada encontro era um barulho só
Agora o silêncio, que chamamos saudades.

Não importava as cores dos nossos times...
Se era vermelho e preto, ou verde e branco
Mais o que ficou pra recordar naquele bar
Foi você que tocava e cantava: tanto, tanto!

Osvaldo Nunes de Barros/Policial, amigo e salgueirense.
Dedicado a uma pessoa amiga e jovial, que perdemos...

Publicada em 02 de Outubro de 2010

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Osvaldo Nunes de Barros, natural de Salgueiro-PE; formado no curso de Letras pela FACHUSC, estudei nas escolas: Manoel Leite e Prfº. Urbano Gomes, o 2º grau no Colégio Estadual de Olinda, e em Petrolina, nas escolas: EMAAF e Escola Técnica Polivalente, onde cursei e me profissionalizei como Técnico em Desenho Arquitetônico. Como religioso na formação católica de Ministro da Palavra de Deus, com minha esposa Cila Nunes, atuando como casal missionário na Pastoral da Família, tendo servido nos trabalhos missionários nas Paróquias da Santa Cruz e Santo Antonio. Em 1983 ingressei no serviço Público Estadual na PM/PE, e no ano de 1985 tomei posse na Polícia Civil, hoje Comissário lotado na 23ª DESEC/ 198ª DP - Verdejante. Pela SDS/PE; participei de vários cursos, entre eles: Qualidade no Atendimento, DH x Violência Contra a Mulher pela Fundação Joaquim Nabuco no Recife; e  ainda o curso de ADS,  para atualmente a disposição da Secretaria de Defesa Social, junto ao Nuprev/sertão, como  Policial ter orgulho em servir a comunidade numa missão de Cultura de Paz. Sou realizado como pessoa pela minha família em nome das minhas netas: Gabriela, Giovana e Graziele; e ainda pelas minhas amizades. “Sempre gostei de escrever, na construção de um mundo de PAZ”.