Olhando para as
estrelas
Encanta-me o brilho incandescente
Faz-me pensar tão grande
Parecer pequena
Como a pupila dos meus olhos
Na imensidão do globo ocular
E continuo a
olhar
Estrela Dalva entre tantas
É bela como a imensidão
Enche-me de inspiração
Meus olhos já em lágrimas
Mas não me canso de olhar
Bela entre tantas
outras
Serena, radiante como se fosse
Uma donzela de puros lábios
E alma límpida tão cristalina
Que me afaga e transforma
No seu eterno apaixonado
Talvez se eu
fosse um meteoro
Um planeta, seu cupido, ou sei lá
Não lhe admirasse tanto
No entanto as ilusões são amores
Tanto quanto o que sinto pela estrela
Seja quem sabe paixão.
Emissael Alves de Barros
Poeta salgueirense.